Cuidados Paliativos

Na Humana Mente, os Cuidados Paliativos fazem-se com elevado grau de afectividade e com profundo respeito pela vida humana. 

Independentemente da idade, face a uma doença avançada, progressiva ou incurável, é natural que surja o turbilhão de emoções e perguntas difíceis.

O que o doente e a família inicialmente se perguntam é: "como vamos fazer?" 

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Como procede a Humana Mente?

Depois do seu contacto, um profissional habilitado para o efeito dirige-se ao seu domicilio para fazer uma primeira avaliação (gratuita). 

  1. Estabelece-se um Planeamento Avançado de Cuidados (PAC).
  2. Articulamos com o seu Médico de Família, Oncologista ou qualquer outro Profissional de Saúde que esteja a fazer o seu acompanhamento no Hospital.
  3. Acciona-se uma Equipa Domiciliária que vai seguir o seu caso: médico, enfermeiro, psicólogo, assistente social, assistente espiritual e um Gestor de Cliente.
  4. O Gestor de Cliente reavalia o PAC de 3 em 3 semanas (ou menos) e reúne com os restantes profissionais que estão a prestar os cuidados com igual periodicidade. Pode houver necessidade de introduzir (ou retirar) recursos.
  5. A Humana Mente presta apoio aos seus familiares e aconselha uma equipa de higiene ou de cuidadores auxiliares. 
Para além do apoio médico, que irá gerir o controlo sintomático gerado pela situação em causa, e do apoio de toda a Equipa de Enfermagem, poderá ainda beneficiar de auxílios em vários outros domínios, incluídos no seu sistema de benefícios, de forma gratuita. Verifique quais:

  • Terapia da Dignidade,
  • Suporte Espiritual.
  • Aconselhamento Jurídico (associado à situação do doente).


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Terapia da Dignidade para Doentes diagnosticados com Patologia Incurável e Progressiva

Trata-se de uma Psicoterapia Breve de Intervenção para doentes que se encontram na fase final das suas vidas. 

A Ciência demonstra que os doentes envolvidos nesta Terapia desenvolvem estratégias para diminuir o distress, melhoram a capacidade de tomada de decisão, enfrentam o fim de vida com resiliência, sentem um diminuir o medo da incerteza. 

A Terapia da Dignidade produz um Legado para os entes queridos. Nele, o doente declara o que de melhor aconteceu na sua vida, indo ao encontro das expectativas positivas que viveu e já terá eventualmente esquecido.

A comunicação entre o doente (e a família) e o Terapeuta permite a expressão de sentimentos, de necessidades, alivia o sofrimento, promove a esperança, o bem-estar e o conforto, sendo considerada um desafio. Manter um sentimento de esperança, manifestar a sua fé, e o ser cuidado por pessoas competentes e com sensibilidade, que compreendam as suas necessidades e intervenham com as medidas adequadas, são elementos essenciais nesta Terapia.


Os conceitos 'dignidade' e 'cuidar com dignidade' surgiram com pertinência há vários anos, sobretudo com os trabalhos de Harvey Chochinov, médico psiquiatra, actualmente Diretor da Unidade de Investigação de Cuidados Paliativos da Universidade de Manitoba, no Canadá, coeditor de um importante livro na área da medicina e dos cuidados em pessoas com doença terminal (Dignity Therapy - Final Words for Final Days, Chochinov H., 2012).


Uma das mais interessantes conclusões preliminares dos estudos realizados pela equipa do Professor Harvey Chochinov refere que o cuidar compassivo (genuinamente interessado) aumenta a dignidade do pessoa que se encontra a viver uma doença progressiva, avançada e/ou irreversível. Ajuda a diminuir o auto-menosprezo por um corpo físico que já não reage de forma positiva aos tratamentos; decresce a vergonha da pouco autonomia e o receio pela disfuncionalidade da sua vida física e social. Diminui o desespero existencial relacionado com a percepção da finitude e aumenta a vontade de viver com honra e virtude até aos dias finais.


Após evidência científica, a Terapia da Dignidade ganhou o estatuto de Psicoterapia de Intervenção e transformou-se, assim, numa melhor forma de transmitir esperança e de gerir o tempo de vida. 

Terapia da Dignidade: cientificamente validada em todos os Continentes. 

Em cada lar, uma estória para a eternidade. 

Terapia para os Cuidadores

Em Cuidados Paliativos, em Fim de Vida e no Luto, esta preocupação é absolutamente imperiosa. 

Os cuidadores informais são quase sempre pessoas descuradas de atenção, afectividade. Muitas vezes, estão exaustos e tendem a esquecer-se de si mesmos.

Preocupados o tempo todos com os seus entes queridos, os Cuidadores são relegados para segundos planos. Por isso, a Humana Mente presta uma Terapia os Cuidadores Informais que engloba: tempo, atenção, segurança.  

Acompanhamento Espiritual

A doença confronta o doente (e a família) com a sua fragilidade, ameaçando a probabilidade de perdas significativas aos níveis físico, afectivo-relacional e sócio-profissional. 

Por isso, quando solicitado, este acompanhamento é fundamental porque não existe medicina sem o "conforto do espírito, do alívio prudente do sofrimento, do encontro com outro", (João Lobo Antunes). 


Terapia de Apoio no Luto para Mães e Pais


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O acompanhamento é gratuito no caso dos Pais e Mães em Luto.

Saiba mais sobre Luto. 

A importância do bem-estar psicológico e do papel de "significado" na moderação da depressão, em pacientes em fim de vida, tem sido bem apoiada pela investigação e levou muitos clínicos paliativos a olhar para lá além do papel da farmacologia anti-depressiva.

Por isso, a Humana Mente concentra-se no desenvolvimento de intervenções não-farmacológicas e aborda questões como o significado da vida, o e bem-estar e a qualidade da vida nesta fase tão importante das vidas dos nossos doentes.

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Terapia de Apoio no Luto


A Terapia de Apoio no Luto é gratuita para Pais e Mães em Luto.


Luto é o estado de perda quando alguém próximo morreu. A morte de alguém que amamos é uma das maiores tristezas que podem ocorrer. Sentimentos de luto também podem acompanhar outras perdas, como o declínio da sua saúde ou a saúde de alguém que amamos, ou o fim de um relacionamento importante. 

Sinta-se Humana Mente acolhido. 

O trabalho terapêutico com uma pessoa que viveu uma perda implica a integração de um modelo sensível e integrativo que envolva uma relação segura com o Terapeuta e um processo completo: sensorio-motor, cognitivo e emocional - com a experiência traumática.